FERNANDA PIVA SALVI – nasceu aos 21 dias de outubro de 1986, na cidade de Cáceres, Mato Grosso, onde vive atualmente. Foi uma criança feliz, demonstrando sempre muita criatividade, inventando e contando histórias para quem se dispusesse a ouvir.
Na infância subia em árvores, andava a cavalo, nadava em rios, adorava pescar, fatos na vida da autora que aumentavam o repertório dela para novas histórias. Sempre foi excelente aluna, buscando aprender cada vez mais e com dedicação. Seu primeiro poema publicado foi quando cursava a pré-escola, com direito a noite de autógrafos.
Escolheu ser jornalista, e atualmente cursa Comunicação Social para aprimorar o lado escritora, que sempre sobressaiu em todas as etapas da vida. Hoje passa para o papel seu primeiro romance policial, “Rede de Espiões”, um livro interessante que prende-nos a atenção do início ao fim. Esse é o primeiro de muitos outros que a autora passará a compartilhar com os leitores.
REDE DE ESPIÕES
R$45,00
O que motivou o herdeiro de uma poderosa organização criminosa, a Yakuza, trabalhar para a agência secreta mais temida do mundo, a KGB? Rede de Espiões é uma trama eletrizante que desperta no leitor a vontade de viajar para novos mundos, descobrir a relação de agentes secretos envolvidos numa conspiração de ação, intriga, investigação, romance, dramas familiares, vingança, suspense, traição, além de uma série de surpresas.
O leitor será envolvido a torcer pelo casal de agentes que protagoniza essa aventura. A cada capítulo, será possível sentir junto com os personagens, alegrias e tensões. Você descobrirá fatos surpreendentes que se misturam a perdas dolorosas, sequestro e interceptações, até surgir o aparecimento de um personagem inusitado, causando tamanha expectativa que o deixará à espera do que acontecerá na próxima trama.
Este enredo fascinante partiu de um sonho que a autora teve com a trilha do primeiro capítulo. Aoacordar ela escreveu este, que é o primeiro de uma série de quatro volumes. Embarque nesta rede!
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| Peso | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensões | 15,5 × 1 × 22,5 cm |
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MANICÔMIO – da paisagem sem conforto ao paraíso
Qual é a ideia que você tem sobre manicômio? Pode haver hospício maior do que viver preso a sentimentos autodestrutivos, exposto a constantes explosões emocionais, mutilado por raiva, medo, rancor e frustrações? Esses são fatores que podem levar o ser humano a atuar na inautenticidade, como impedimento do conhecimento de si mesmo em direção à espiritualidade maior.
Esta obra retrata sobre um cenário interno, constituído por paisagens sem conforto que vão além do aspecto visual contido por um horizonte inóspito, inabitável, turvo, sem cores e viço. Trata-se de uma abordagem sobre constructos em torno dos comportamentos, das realidades e das ilusões que expõem como o verdadeiro asilo manicomial não está entre paredes, mas no recôndito de si próprio. Entende-se por meio desta agradável leitura que o corpo se torna um dispensário cada vez que abriga vultosa carga de impulsões e sedia múltiplos conflitos que há dentro de cada um de nós.
O autor sensivelmente apresenta o grande dilema sobre qual manicômio vivenciamos e propõe uma reflexão a respeito do modo como as pessoas vivem atualmente, em sólidos galpões psíquicos, permeados pelo estado de falsa liberdade. Ele cogita o entendimento e reflexões sobre a metáfora da morte, a alegoria do cemitério e a representação do túmulo, como provocações que culminam na reforma íntima nesta jornada terrena.
Em seguida, alvitra sobre uma vazão de autoconhecimento por meio da compaixão mediadora e da confiança nos ideais da espiritualidade, a partir do silêncio de um belo campo de lírios verdejantes; enfim, o paraíso. É uma escrita recomendada para quem estiver disposto a se tornar sutil em cada ação que vier a exercer sobre a égide terrestre.


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